o culto de si mesmo
parece interessante
quando manhãs mal anoitecidas
punem pelo tempo
a pressa
do fim
contrastam, porém, com o real
da certeza
do nada
intencionalmente amargurado
rasga litros
com o ardor necessário
ao caos, latente
o ódio, em gargalhadas
responde pelo involuntário
amor pela desgraça
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